RPO e Temporários

Recrutamento temporário para demandas sazonais

A HProjekt opera contratação temporária para picos de demanda dentro do regime da Lei 6.019 — um enquadramento com hipóteses definidas, prazo limitado e intermediário obrigatório.

10K+

Carreiras transformadas

350+

Clientes atendidos

1M+

Candidatos inscritos

Trabalho temporário no Brasil não é um contrato curto qualquer. É um regime próprio, com hipóteses fechadas, prazo definido e uma estrutura obrigatória — e usá-lo fora dessas condições cria exatamente o passivo que ele deveria evitar.

O que a lei admite

O trabalho temporário é regido pela Lei 6.019/1974, alterada pela Lei 13.429/2017. A contratação se dá por meio de uma empresa de trabalho temporário registrada: o trabalhador é empregado dela e presta serviço na tomadora. Essa estrutura é requisito legal, não escolha comercial.

São duas hipóteses, e apenas essas: substituição transitória de pessoal permanente — férias, licença, afastamento — e demanda complementar de serviços, que é onde o pico sazonal se encaixa. O contrato vale até 180 dias, prorrogáveis por mais 90.

Não confunda com o contrato por prazo determinado da CLT, que cria vínculo direto com a empresa e tem outras hipóteses e outro limite. Os dois aparecem no mesmo tipo de conversa e resolvem coisas diferentes — vale confirmar com a área trabalhista qual se aplica antes de montar a operação.

Sazonalidade é previsível; o atraso é escolha

Todo pico sazonal é conhecido com meses de antecedência, e ainda assim a maioria dos projetos começa tarde. O efeito é sempre o mesmo: a operação entra no mercado junto com todos os concorrentes da região, nas mesmas semanas, disputando um pool já reduzido.

Antecedência compra três margens que somem quando se começa em cima da hora — acesso a quem ainda não foi contratado, folga para montar turmas de treinamento, e espaço para absorver documento pendente, exame reprovado e desistência de véspera.

O pico é a melhor avaliação do ano

É a parte mais desperdiçada da operação temporária. Ao fim da temporada, a empresa sabe quem apareceu todos os dias, quem aprendeu rápido e quem a liderança quer de volta — avaliação em condição real, que nenhuma entrevista produz.

Quem planeja a efetivação desde o começo entra no ciclo seguinte com base treinada e conhecida, e com um pico menor de contratação. Quem trata o temporário como mão de obra descartável refaz tudo todo ano, pagando o custo de formação de novo.

Para isso funcionar, a avaliação precisa ser registrada enquanto acontece — não reconstruída depois, de memória, por um gestor que conviveu com dezenas de pessoas. O acompanhamento reporta as saídas por causa, que em pico são quase sempre trajeto e turno.

Processo de Recrutamento

Cada etapa tem entregável e prazo definidos. Você acompanha o funil em tempo real, com dados de mercado que sustentam a decisão.

01Análise de necessidadesSemana 1
02Pesquisa de mercadoSemana 1–2
03Seleção de talentosSemana 2–4
04Entrevistas e avaliaçõesSemana 3–5
05Onboarding e follow-up90 dias

Etapas

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