Executive Search

Recrutamento de executivos

A HProjekt conduz busca de executivos por mapeamento ativo e confidencial do mercado — do diretor ao C-level, com parecer técnico e comportamental e acompanhamento até 90 dias após a entrada.

10K+

Carreiras transformadas

350+

Clientes atendidos

1M+

Candidatos inscritos

Contratação de liderança não é recrutamento com salário maior. A diferença não está no nível da vaga, está no método: o candidato certo quase nunca está procurando, e por isso o trabalho começa mapeando o mercado inteiro em vez de trabalhar quem se candidatou.

O que separa busca executiva de recrutamento

No recrutamento, a vaga é divulgada e o funil se forma com quem responde. É o caminho certo para a maior parte das posições, e é rápido justamente porque parte de quem já sinalizou interesse.

Na busca executiva, o ponto de partida é o oposto: define-se o universo de pessoas que poderiam ocupar a cadeira — em quais empresas, em quais funções — e só depois se aborda. O resultado não é uma lista de interessados, é um retrato de quem existe no mercado para aquela posição, incluindo quem disse não e por quê.

Esse retrato costuma valer tanto quanto a contratação. Saber que a faixa oferecida está abaixo do mercado, ou que o escopo descrito não atrai o perfil desejado, é informação que muda a decisão — e que um funil de candidaturas nunca entrega.

Confidencialidade não é formalidade

Boa parte das buscas executivas existe porque alguém vai sair, e a saída ainda não é pública. Nesses casos o processo corre antes que a informação chegue ao time, ao cliente e ao banco. O nome da empresa contratante não circula enquanto o interesse do candidato não estiver confirmado.

Vale para os dois lados. O executivo abordado quase sempre está empregado, e uma conversa que vaza custa a ele mais do que custa à empresa. É por isso que a abordagem é direta e individual, nunca por anúncio.

O briefing decide o resultado

A etapa que mais determina o desfecho não é a entrevista, é a conversa inicial com quem contrata. Três perguntas fazem a maior parte do trabalho: o que essa posição precisa entregar nos primeiros doze meses, quem decide o que hoje e por que a cadeira está aberta.

A terceira é a mais desconfortável e a mais útil. Cadeira que abriu porque o ocupante anterior não teve autonomia vai abrir de novo pelo mesmo motivo, com outro nome. Um processo que não pergunta isso repõe pessoa sem resolver problema.

Avaliação e proposta

A avaliação cobre três camadas que não se compensam: profundidade técnica no recorte definido, julgamento demonstrado em decisão real com consequência, e a capacidade de sustentar uma posição diante de conselho, sócio ou investidor. Alguém pode ser excelente em duas e inviável na terceira.

A empresa recebe uma lista curta de finalistas com parecer técnico e comportamental — a decisão de contratar é sempre do cliente. Na proposta, o que costuma derrubar acordo já encaminhado não é o salário: é variável mal desenhado, incentivo de longo prazo não vestido, aviso prévio no contrato atual ou cláusula de não concorrência ainda vigente. Tudo isso é mapeado antes da proposta formal.

O acompanhamento se estende por 90 dias após a entrada, que é o período em que a maior parte dos desalinhamentos aparece e ainda dá para corrigir.

Processo de Recrutamento

Cada etapa tem entregável e prazo definidos. Você acompanha o funil em tempo real, com dados de mercado que sustentam a decisão.

01Análise de necessidadesSemana 1
02Pesquisa de mercadoSemana 1–2
03Seleção de talentosSemana 2–4
04Entrevistas e avaliaçõesSemana 3–5
05Onboarding e follow-up90 dias

Etapas

Onde cada caso se encaixa

Esta é a página geral de busca executiva. Para as cadeiras com avaliação própria, o caminho é mais direto.

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